sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Santidade dá Evidência da Justificação e da Eleição
A santificação é um fruto inevitável da justificação (1 Co 6.11). Estes dois elementos podem ser distinguidos, mas nunca separados; o próprio Deus os uniu. A justificação está organicamente ligada à santificação; o novo nascimento dá origem à uma nova vida.O justificado andará no “caminho de santidade do Rei”. Em Cristo e através dEle, a justificação dá ao filho de Deus o direito e a ousadia de entrar no céu; a santificação dá-lhe a aptidão para o céu e a preparação necessária para chegar lá. A santificação é a apropriação pessoal dos frutos da justificação. B.B. Warfield observa: “A santificação é tão somente a execução do decreto de justificação. Pois, se a santificação falhasse, a pessoa justificada não seria liberta de acordo com sua justificação”. Consequentemente, o decreto de justificação de Cristo, em João 8.11 (“Nem eu tampouco te condeno”), é imediatamente seguido pelo chamado à santidade: “Vai e não peques mais”.
A eleição é também inseparável da santidade: “Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2 Ts 2.13). A santificação é a marca de identificação das ovelhas eleitas de Cristo. Por isso, a eleição é sempre uma doutrina confortante para o crente, pois esta é o seguro fundamento que explica a graça de Deus operando nele. Por isso, os nossos antepassados reformados consideravam a eleição como um dos maiores consolos do crente, visto que a santificação torna visível a eleição.
Calvino insistiu que a eleição não deveria desanimar ninguém, pois o crente recebe consolo dela, e o incrédulo não é chamado a considerá-la — antes, ele é chamado ao arrependimento.
Aquele que fica desanimado pela eleição, ou confia-se à eleição sem viver uma vida de santidade, está se tornando vítima de um mau uso satânico desta doutrina preciosa e encorajadora (veja Dt 29.29). Como afirma J. C. Ryle: “Não é permitido a nós, neste mundo, estudar as páginas do Livro da Vida, e ver se nossos nomes encontram-se ali. Mas, se há algo nítido e plenamente declarado a respeito da eleição, é isto — que os homens e mulheres eleitos serão conhecidos e distinguidos por vidas santas”. A santidade é o lado visível de sua salvação. “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16).
Joel R. Beek. Revista Fé Para Hoje Nº 36.
A eleição é também inseparável da santidade: “Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2 Ts 2.13). A santificação é a marca de identificação das ovelhas eleitas de Cristo. Por isso, a eleição é sempre uma doutrina confortante para o crente, pois esta é o seguro fundamento que explica a graça de Deus operando nele. Por isso, os nossos antepassados reformados consideravam a eleição como um dos maiores consolos do crente, visto que a santificação torna visível a eleição.
Calvino insistiu que a eleição não deveria desanimar ninguém, pois o crente recebe consolo dela, e o incrédulo não é chamado a considerá-la — antes, ele é chamado ao arrependimento.
Aquele que fica desanimado pela eleição, ou confia-se à eleição sem viver uma vida de santidade, está se tornando vítima de um mau uso satânico desta doutrina preciosa e encorajadora (veja Dt 29.29). Como afirma J. C. Ryle: “Não é permitido a nós, neste mundo, estudar as páginas do Livro da Vida, e ver se nossos nomes encontram-se ali. Mas, se há algo nítido e plenamente declarado a respeito da eleição, é isto — que os homens e mulheres eleitos serão conhecidos e distinguidos por vidas santas”. A santidade é o lado visível de sua salvação. “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16).
Joel R. Beek. Revista Fé Para Hoje Nº 36.
Postado por Jair Kunzler às 11:32 AM 2 comentários
Marcadores: Eleição, Joel R. Beek, Justificação, Santificação
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Sinais de avivamento
Existem momentos na história do povo de Deus, como por exemplo, nos dias de Jeremias, nos quais não se esperava a graça restauradora nem avivamento generalizado: eram dias de castigo. Se o século XX for de natureza semelhante, os crente de toda parte podem encontrar individualmente consolo e força no estudo da Palavra de Deus. Porém, caso Deus tenha decretado dias mais felizes para nós, e se pudermos esperar genuíno despertamento espiritual que abale o mundo, então, o autor acredita que o zelo pelas almas, apesar de necessário, não é condição suficiente. Em todas as épocas, não existem santos em número suficiente para levar a cabo o avivamento? Bastam doze pessoas assim. O que distingue os dias áridos do período da Reforma - quando as nações se agitaram como nunca desde que Paulo pregou em Éfeso, Corinto e Roma - é a plenitude de conhecimento da Palavra de Deus nele. Repetindo o pensamento reformado inicial, quando o lavrador e o atendente de garagem conhecerem tanto a Bíblia quanto o teólogo, e a conhecerem melhor que alguns teólogos contemporâneos, então o despertamento desejado já terá ocorrido.Gordon Clark
Extraído do artigo A crise da nossa era, de John W. Robbins, apêndice do livro Em defesa da teologia, de Gordon Clark.
Postado por Saulo R. do Amaral às 9:28 AM 1 comentário
Marcadores: Avivamento, Gordon H. Clark
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