sexta-feira, julho 09, 2010

Um pouco sobre a vida de Vincent Cheung


O texto que segue é um email enviado pelo Felipe Sabino ao Vincent Cheung - encaminhando algumas indagações de uma pessoa a respeito da vida do autor - com sua respectiva resposta. O email é de abril de 2009.


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Indagações de um leitor de Vincent Cheung: Encontrei um material que dá mais pistas sobre a vida do misterioso (mas, é claro, muito estimado) Vincent Cheung.

Lendo o livro Doutrina e Obediência, deparei-me com um capítulo intitulado “De graça recebeste, de graça dai”, onde Cheung explica:

Mas outra razão pela qual tenho sido bem-sucedido em meus estudos é porque, na sua providência, Deus tem providenciado para mim os meios e as oportunidades para adquirir uma abundância de recursos intelectuais. Isso é pertinente para a nossa presente discussão.

Minha biblioteca particular inclui algumas centenas de teologias sistemáticas, as coleções completas ou quase completas de Calvino, Owen, Edwards, Clark, Schaeffer, Warfield, Spurgeon e muitos outros teólogos e pregadores; inclui quase todos os comentários bíblicos proeminentes, clássicos e contemporâneos; as obras completas de Platão, Aristóteles e outras obras importantes de filosofia; as obras dos pais da igreja primitiva, várias coleções de enciclopédias, vários livros obscuros e muitos outros escritos.

Tudo isso somado dá por volta de 15.000 (quinze mil) volumes. Isso não inclui o material que tenho em formato eletrônico, revistas de teologia, e palestras e sermões em áudio. Provavelmente, algumas pessoas têm mais do que eu tenho, mas duvido que a maioria das bibliotecas particulares tenha um décimo do que isso.
Ok, esse cara tem apenas 32 anos de idade – um ano mais velho que eu! O que suscita a pergunta: onde ele consegue dinheiro para ter tantos livros? E esses tipos de livro são bem caros! Ter a obra completa de Calvino (todos os livros em capa dura) custa milhares de dólares. Coleções de enciclopédias (não em CD ROMS) também custam milhares de dólares cada coleção.

Se ele tem apenas 32 anos, quando ele teria tido a oportunidade de trabalhar em um emprego para ter renda passiva [1] que o sustente e permita que ele compre esse livros? Sua renda deve ser passiva, porque o seu ministério é de tempo integral, então ele não trabalha em um emprego normal (Acho que ele já mencionou isso anteriormente). Ele não recebe nada do seu ministério, porque é tudo de graça. E eu não acho que ele poderia ter tido um emprego nos seus vinte anos porque ele estava lendo demais e já escrevia coisas para o seu ministério. Uma profissão geralmente toma muito tempo de uma pessoa.

Então, a única conclusão a que consigo chegar é que seus pais devem ser ricos e podem ter dado a ele dinheiro ou ele pode ter herdado isso. Caso contrário, não vejo como ele pode fazer tudo isso.

Resposta de Vincent Cheung:

Isso é engraçado. Mas eu não me importo em responder.

Desde aquele tempo minha biblioteca cresceu para mais de 30.000 (trinta mil) volumes. Agora eu aluguei uma sala perto de casa apenas para guardar os livros. Mas a sala não é nem de perto grande o suficiente para guardá-los em prateleiras como em uma biblioteca, então eles precisam ficar em caixas. Algumas vezes leva quase uma semana para encontrar um livro que eu quero.

Sim, meus pais são ricos se comparados a muita gente. Eles possuem vários apartamentos e dirigem Mercedes, Porsche, etc. Meu irmão mais velho trabalha para um banco e tem um enorme salário. Eu poderia ter seguido um caminho similar, e é mais do que provável que estaria recebendo um salário de seis dígitos hoje. Mas deixei esse caminho quando Deus me converteu e me chamou para o ministério, sendo que as duas coisas me vieram no mesmo dia. Contudo, nunca considerei aquele caminho muito atrativo. De fato, eu estava perdido quanto ao que faria da minha vida, apesar de que o que se esperava de mim era muito claro. Agora percebo que Deus tinha algo a mais para mim desde o começo. Assim, comecei o ministério no colégio, no ensino médio, e nunca trabalhei por um salário em toda a minha vida, apesar de já ter trabalhado sem ser pago em cozinhas, em distribuições de correspondências, etc. Não me importo em trabalhar, de forma alguma.

No entanto, o dinheiro para os meus livros e ministério não vem de meus pais. Durante os anos em que eu estava no colégio e na universidade, eu distribuía de graça centenas de fitas com sermões a cada ano (hoje as pessoas não usam fitas). Eu pagava por tempo na rádio, tanto em estação de ondas curtas como em uma estação forte em Boston. Quando comecei com a impressão de livros, eu os distribuía de graça também. É verdade que minha renda não vem da venda de produtos, mas eu tenho uma renda – ela vem de doações voluntárias de pessoas que apreciam o meu trabalho. Algumas vezes, essa doação pode ser substanciosa. No colégio, uma senhora sozinha me dava $2000 USD todo mês. Eu não pedi por isso, e não peço dinheiro. Eu já rejeitei dinheiro antes, e tenho enviado o dinheiro de volta quando eu acho que, por alguma razão, não devo aceitar o dinheiro da pessoa naquele momento. Algumas vezes, quando algumas pessoas quiseram me mandar uma grande quantia de dinheiro, eu pedi a elas para que reconsiderassem e pensassem a respeito do que estavam fazendo, e aceitei apenas quando fiquei satisfeito que elas tivessem feito isso. Parafraseando Abraão, que nenhum homem diga que enriqueceu a Vincent Cheung.

No entanto, passei por perigo várias vezes. Minha conta bancária chegou abaixo de $2000 USD por diversas vezes, e algumas vezes abaixo de $1000. Para algumas pessoas isso talvez não seja ruim. Mas lembre-se que eu não recebo salário e por isso não há nenhuma renda a se esperar – nunca esperei por uma renda em minha vida. Não há nenhuma promessa de renda para mim agora, nesta semana ou no próximo mês. Até agora, ainda não há nenhuma organização para a qual eu trabalho como um empregado e que me pagará um salário, visto que eu detenho e sustento tudo o que eu opero. Se o dinheiro se esgota, minhas contas ainda permanecem lá. Com todas as despesas, e lembrem-se que eu vivo em Boston, um lugar bem caro para se viver, o dinheiro pode acabar de 2 a 6 semanas. Mas, cada vez, Deus move o coração de alguém para me enviar uma oferta, e nunca me faltou nada. Por um lado, nunca fui de desperdiçar. Por outro, nunca precisei baixar meu padrão de vida quando o dinheiro era pouco. Como minha esposa pode testificar, conhecendo-me por tantos anos, eu nunca nem mesmo vacilei quando o dinheiro era quase zero. Continuei agindo e gastando normalmente. Apesar de eu não ser contra adaptações quando necessárias, isso nunca foi preciso. Ele é aquele que me chamou para dedicar minha vida inteira ao ministério. Então, como Abraão disse: “O Senhor proverá”. Se ele permitir que eu passe fome até morrer, isso significará apenas que meu trabalho estará terminado e eu posso ir para casa para estar com o Senhor.

Sinta-se livre para enviar esse email para o irmão curioso. Espero que isso o encoraje – o mesmo Deus que mandou maná para o seu povo, o mesmo Deus que alimentou o profeta Elias, é o mesmo Deus que suprirá todas as nossas necessidades de acordo com suas riquezas em glória por meio de Cristo Jesus. E porque Deus é a nossa fonte, nós podemos perdoar, ser generosos, e ser corajosos na obra do Senhor.


Vincent Cheung

Traduzido por Saulo Rodrigo do Amaral


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[1] N do. T:. Por exemplo: imóveis que pudessem render algum dinheiro.




15 Comentários:

Anderson Faria disse...

Posso estar enganado, mas se testemunhar afirmando que tenho mais de trinta mil livros (sendo alguns destes custando na cifra dos milhares de dólares) fosse algo edificante para a fé cristã, questiono: para que então tantos esforços para o Reino de Deus se tudo o que precisamos fazer é abrir bibliotecas ou esperar que Deus cubra as nossas contas, fato que não tem nada a ver com a providência divina, mas sim com a responsabilidade doméstica que temos em administrar nossos recursos financeiros. Aliás, recursos estes provindos do Senhor. Portanto seria coerente, em meio a tempos onde o testemunho da fé cristã anda tão baleado e cheio de incongruências, onde as dificuldades financeiras são patentes (mesmo que me digam que há crescimento econômico e que há mais linhas de crédito para o consumo, isso nem sempre alinha-se com a ideia de uma economia saudável), pergunto: é honesto, justo e apropriado demonstrar pujança intelectual às custas das dádivas de Deus, sendo que há tanto a se fazer? Por todas as justificativas dadas (distribuição de material evangelístico, programas de rádio etc.) creio ser apropriado e condizente usarr todo esse conhecimento para ações mais específicas. E se, ao invés de restringir todo esse material a uma sala privada, por que não disponibilizar em algum tipo de biblioteca aos novos convertidos, estudantes de teologia e demais que interessem-se em saber mais sobre Cristianismo? Um testemunho desse tipo somente promove um abismo separando os cristãos constituídos daqueles que sequer conhecem a Salvação, dando a entender que só os privilegiados e intelectuaizados compreendem a razão de tal dádiva, a ponto do próprio Céu se abrir para derramar recursos.

Saulo R. do Amaral disse...

Anderson, dentre vários irmãos, foste o único a tecer esse tipo de comentário, que creio ser infundado. O irmão Vincent é um pastor e mestre da Palavra. Sua função é o ensino e faz apenas aquilo que a Palavra manda: esmerar-se nisso. Sua família, como ele mesmo disse, é extremamente rica e, se fosse para se gabar e mostrar algo, certamente não seria com relação a isso. Outra coisa é que essa citação feita em seu livro Doutrina e Obediência está num arigo em que ele critica um pastor que cobra por seus materiais. Ele, Vincent, disponibiliza tudo de graça e está apenas demonstrando que Deus provê todos os meios para que ele faça isso e disponibilize tudo de graça. N~ao sei se vc conhece o autor, mas ele tem sido extremamente usado nos dias de hoje, encorajando os crentes e ensinando verdades do Cristianismo há muito esquecidas pela tradição. E a que ações mais específicas vc se refere? Talvez esse tipo de comentário demonstre um certo preconceito ao ministério de ensino, achando que servir às mesas é a única coisa que um cristão pode fazer...

Saulo R. do Amaral disse...

Quanto à última parte do teu comentário, com certeza não conheces o Cheung. Ele treina várias pessoas para o ministério (por isso os livros: um mestre cristão precisa lidar com diversas cosmovisões para equipara os crentes no ministério apologético, p ex. E isso se faz lendo). No entanto, você faz uma acusação leviana de que ele não empresta o material para ninguém mas apenas o guarda para si. De onde tiraste isso? Do texto? Não sei... mas difamação é pecado. E me parece que foste leviano ao afirmar tanta besteira e inferir tanta abobrinha de um texto curto. Sair metralhando um irmão na fé sem de forma leviana não parece ser uma coisa muito cristã. Outra: se você conhecesse os ensinos do Cheung nunca dirias essa besteira de que apenas quem é intelectualizado pode compreender o Evangelho. Sendo que o autor prega e enfatiza a regeneração, onde o ESpírito renova a mente de quem quer que seja para que entenda a fé e refute qualquer pessoa e ideia não-cristã... até uma criança pode fazer isso. Assim, a fé cristã é sim intelectual.... e o cristão tb, mas apenas pq foi transformado pelo Es, e não por alguma inteligência natural.

Anderson Faria disse...

Irmão Saulo, a paz do Senhor Jesus!

Em primeiro lugar, congratulo-o por responder.Creio que esse espaço disponibilizado pelo blog e aberto para tais comentários, para réplicas e tréplicas adequadas, como as expressas em suas afirmações na defesa do pr. Vincent Cheung.
Aproveito o momento para agradecer aos mantenedores deste blog por simplesmente não julgarem meu comentário erroneamente e preservá-lo para uma possível discussão concisa sobre o assunto.

Não quero me delongar a respeito. Na postagem original disse "Posso estar enganado...", abrindo oportunidade para a busca por um esclarecimento. A resposta do pr. Vincent Cheung ao exaltar certos pormenores de sua vida ligados ao questionamento feito no começo do texto é adequada. Se há uma dúvida relacionada aos meios e méritos com os quais um ministério é conduzido creio ser de bom tom que sejam declarados. Mas exaltar que a graça do Senhor vem sendo usada para "cobrir contas bancárias" é algo que vem sendo posto como testemunho de vida muito maior do que a própria pregação do Evangelho. Entendo que a providência divina é um dos aspectos que abrangem o relacionamento cristão e que não deve ser usada como plataforma exclusiva para legitimar um esforço humano nessa direção.

Quando o irmão perguntou sobre que tipo de "ações mais específicas" quis expressar-me com relação ao acervo do pr. Cheung sugerindo que pudesse ser mais se colocasse seu acervo à disposição de muitos que talvez não possuam recursos financeiros para bancar um estudo teológico. Não sou contrário ao uso do intelecto à serviço do Evangelho, pelo contrário; creio que o irmão equivocou-se ao inquirir-me dessa forma, dizendo que sou preconceituoso com o ministério de ensino. Refuto sua objeção, ao dizer que intentei alguma difamação nisso. Eu apenas observei que certo material teria um fim melhor que o indicado pelo autor. E acredito que ainda há muito a fazer nesse campo, pois nos tempos atuais há uma geração de cristãos impulsionada e buscando somente pelas experiências espirituais e esquecendo-se de buscar a Palavra. O ministério de ensino é louvável, e não quis denegri-lo em hipótese alguma.

Irmão Saulo, realmente não conheço a obra do pr. Vincent Cheung e sua resposta me indaga a fazê-lo, mas veja que o meu texto não se baseou na história de vida deste homem. O que fiz, honestamente, foi postar um comentário critico (não difamatório) sobre a postura adotada por ele em sua resposta. Entretanto penso que, diferente do intelectualismo, uma vida cristã inteligente tem seus esforços e conhecimentos colocados à serviço do Reino sem a necessidade de dar créditos a esta ou aquela prática. Aliás, afirmo com louvor que o Espírito Santo é responsável por conduzir-nos no nosso relacionamento com o Senhor, principalmente no conhecimento dEste - o que inclui a Teologia cristã. Então, que as glórias sejam dadas a Ele.

Se o pr. Cheung prima por ilustrar de onde vem seus recursos e sua fonte de conhecimento, faz muito bem em esclarecer para evitar possíveis críticas (como a minha) sobre as intenções do seu ministério. De fato, irmão Saulo, é preciso cuidar para que não nos deixemos guiar por homens e suas opiniões, e incluo-me neste rol. Volto a afirmar que minha crítica foi embasada no tom da resposta dada (o que causou-me estranheza) e não poderia deixar de externar tal indagação justamente para trazer ao centro de discussões com meus irmãos e irmãs em Cristo, sabendo assim se há ou não coerência no texto.

Grato pela discussão, irmão.

Em Cristo.

Jair Kunzler disse...

Anderson, Paz!
Vou fazer um comentário breve, até porque o debate é com o Saulo, mas tenho certeza que há um probleminha no entendimento e interpretação do texto, falta de conhecimento do Vincent, que, sem dúvida, deve ser resolvido. Recomendo que leias as obras dele, são preciosas,
Entendo que hoje em dia falar em dinheiro na igreja virou "síndrome de pilantragem", mas o assunto deve ser tratado de forma bíblica, com cautela e atenção. No caso do Vincent, ele abandonou uma vida rica, muito rica, e não teria a menor necessidade de depender de doações dos irmãos, mas creio que essa atitude dele demonstra uma atitude de dependência total de Deus, assim como fez George Muller e o orfanato (ele nunca fez pedido algum de dinheiro a ninguem que fosse, e Deus supriu todas as necessidades financeiras que envolviam a vida dele e a do orfanato, por toda a vida. Leia a biografia dele, é excelente). Lembras do jovem rico nos evangelhos?
Analisando a atitude do Vincent, poderíamos avaliar a vida dos Apóstolos, que viviam em função da pregação, quem bancava a conta deles? (Alimento, roupas, viagens) A igreja! E isso não fez deles modelos desse evangelho que se ve na TV. E o Vincent tem usado toda a sua estrutura para ajudar sim, muitos irmaos a serem edificados e alimentados na fé cristã, com um jeito que lhe é peculiar, mas bastante importante.
Deus te abençõe

Saulo R. do Amaral disse...

Anderson, no teu primeiro comentário eu senti um tom crítico infundado. O irmão Vincent partilha, e muito, dos seus recursos. Ele nunca pediu dinheiro (nem no seu site tem algum link do tipo "contribua"), distribui todos os seus materiais de graça, disponibiliza do seu tempo para tirar dúvidas por email, e tem feito, penso eu, um trabalho de muita coragem, pois denuncia e expõe os erros de algumas tradições que se passam por cristãs. O ministério dele não é nem sequer parecido com esse partifes que vivem do dinheiro alheito e pregam uma teologia diabólica da prosperidade. Pelo contrário, o Cheung critica a busca de riquezas e combate essas vertentes da prosperidade. Podes até ter estranhado o tom da minha resposta e achares que, de alguma forma eu o acho infalível ou uma espécie de guia, etc. No entanto, te garanto que esse não foi o motivo. O motivo da minha resposta foi o fato de que vc inferiu do texto algo que seria impossível inferir. E eu senti que isso foi um pouco difamatório. Eu defenderia qualquer irmão na mesma situação, principalmente aqueles a quem eu conheço mais de perto. E sei que o Cheung não tem a intenção de ser um popstar, até pq nem foto na net ele disponibiliza, rsrs... Não veja a minha resposta como um ataque pessoal. Aproveite para conhecer mais dos escritos desse cristão chinês.

Anderson Faria disse...

Saulo,

O comentário do Jair responde e esclarece bem a minha postura com relação ao texto. Aproveito para frisar que minha intenção no comentário não era o da difamação. Mas numa remota e hipotética situação, se o irmão Cheung aproveitasse de seu relacionamento com algum interesse escuso de auto-promoção, honestamente não hesitaria em criticá-lo. E penso que os irmãos fariam o mesmo. Como há hoje uma patota de pregadores, missionários e apóstolos autoinvestidos, torna-se obrigatória uma cautela bereiana.

Sendo assim a vida deste missionário receberá uma atenção para dissolver qualquer dúvida e servir de inspiração devocional.

Deus os abençõe.

Anderson Faria disse...

Nota: no trecho "(...)se o irmão Cheung aproveitasse de seu relacionamento com algum interesse escuso de auto-promoção", refiro-me ao relacionamento com Deus.

Grato,

Saulo R. do Amaral disse...

Fica tranquilo, Anderson. Se fosse isso mesmo ele mereceria ser criticado. Lá no Monergismo tem vários textos e livros dele, tudo em pdf. A editora Monergismo já está com uns 15 livros dele tb. Se entendes inglês, o site dele é www.vincentcheung.com e em ptgues tem www.cheung.com.br. Talvez vc não concorde com tudo que ele escreve, mas sem duvida vc aprenderá mto c ele. Abraço e fica à vontade aqui no blog!

Edward Ed disse...

Amigo, nunca ouvi sua voz em favor do reino de Deus, nem mensagens ou estudos bíblicos de sua autoria. Agora que sabe como se esforçar para poder alcançar pessoas com frutos de estudos versados na Palavra de Deus, quanto vale sua crítica em apenas uma única doação ao teólogo Vincent Cheung?

Ulisses Araújo disse...

Em momento algum ele diz que tudo o que precisamos fazer é abrir bibliotecas. Ele simplesmente diz que ele tem uma biblioteca. Nós sempre tendemos a olhar uma afirmação como prescritiva, mas ele não está prescrevendo nada. Simplesmente falando o que se passa com ele, e isso não tem valor de norma. Foi questionado e expôs uma situação.

Ulisses Araújo disse...

Ah e ele compartilha dos seus livros com os outros. A biblioteca "é de todos".

Ewerton Sampaio disse...

boa resposta!!

ANA LUISA JOIAS E ACESSORIOS disse...

boooa respostaaa...e isso mesmo...devemos estudaaaarrr mesmo para conhecer o maximo que pudermos de deus para instruir aqueles que andam por um caminho de escuridao...parabeeenssss cheung

ETERNYZANTE disse...

Blá ..blá ..blá.. Cheung ninguém sabe ninguém viu....

UMA PESSOA SEM ROSTO E DÃO CRÉDITO CHAMANDO DE MESTRE DA PALAVRA..

Até Owen,Edwards, Calvino ,Lutero se tem pinturas a óleo... IMAGEM

e desse camarada NADA?? NADA de fotos,NADA de videos NADA?? NADA dele em um culto? Conferencia?? Dando aula?(rsrs) NENHUM aluno dele aparece?? Ora que UTOPIA heim?

Inda cita os reformadores que SÃO MESMO MESTRES na Palavra!!

Reformadores que ELE amaldiçoa!!!

Povo ILUDIDO!

Ruth Rossini

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