sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Uma Grande Transformação


Às vezes eu encontro com pessoas que se dizem cristãs, crentes e dessas coisas, mas elas nunca experimentaram qualquer mudança de que elas possam se lembrar desde sua infância. Bem, caro amigo, é fundamental ter havido uma mudança se você é um cristão. Eu não pretendo dizer que você deve saber o dia e a hora (em que ocorreu essa transformação), mas, depende disso, se você ainda é agora o que você era quando nasceu, você está no fel da amargura e nos laços da iniqüidade. Se não houve uma mudança você está indo pelo caminho errado. Todo homem deve se afastar do caminho em que o pai Adão se inclinou, porque nós somos inclinados ao pecado e à destruição. Nós devemos tomar o caminho direito, dessa forma seremos inclinados à santidade e vida eterna.
Onde não existe essa transformação, existe a mais solene causa para um exame de consciência, humilhação e procura por salvação.

E você, já sofreu essa grande transformação?

 
C. H. Spurgeon, em um sermão entitulado "Idolos Abolidos"
Fonte: Daily Spurgeon

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Comece a Trabalhar

Oh, cristãos, homens e mulheres, vocês não glorificarão a Deus a não ser que realmente coloquem sua força nos caminhos do Senhor, e lancem seu corpo, alma e espírito – toda sua masculinidade e feminilidade - no trabalho do Senhor Jesus Cristo. Para fazer isso vocês não precisam deixar suas famílias, suas lojas ou seus compromissos seculares. Vocês podem servir a Deus nessas coisas. Elas serão, muitas vezes, motivos de oportunidade para você, mas você deve lançar-se Nele.  

Um homem não ganhará almas para Cristo enquanto estiver meio adormecido. A batalha a ser travada para o Senhor Jesus deve ser combatida por homens que estão muito bem acordados e vivificados pelo Espírito de Deus. "Meu filho, trabalhe hoje!" Não vá brincar no ensino das Escolas dominicais. Não brinque de ser pregador. Não seja leviano ao exortar as pessoas nas ruas ou até mesmo fazendo acordos. "Meu filho, vá trabalhar!” Lance tua alma Nele. Se valer a pena fazê-lo vale a pena fazê-lo bem feito;  e se vale a pena fazer bem feito, vale a pena fazer da melhor maneira possível, como você nunca fez anteriormente; e mesmo assim vai valer a pena fazer melhor ainda, porque quando você tiver feito o seu melhor, você ainda vai se deparar com algo muito além; o melhor dos melhores é  muito pouco para Deus e para tal serviço. "Meu filho, vá trabalhar!

De um sermão de Charles Haddon Spurgeon intitulado “Trabalhe por Jesus”
De: Daily Spurgeon

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A mulher de Provérbios 31: uma mulher de carreira?

Recentemente, tenho ouvido várias referências a Provérbios 31 para apoiar “mulheres em busca de uma carreira” na política ou em qualquer outra área. Deixe-me dizer que eu nunca argumentei que uma mulher não pode ou não deve trabalhar (apesar de ser precisamente disso que evangélicos na blogsfera e na mídia têm me acusado). De fato, eu já escrevi sobre o assunto (veja: Família Guiada Pela Fé) e fui claro. Ironicamente, milha filha Jasmine trabalhar para mim! Ela é minha assistente para pesquisa e cuida da nossa loja online. Como, então, podem me acusar de argumentar que uma mulher não pode trabalhar?

Enquanto eu nunca argumentaria que uma mulher não pode trabalhar, eu tenho defendido que de uma mulher é requerido que ela seja uma “dona de casa” (Tito 2:5; cf. 1 Timóteo 5:14), e que, como tal, ela deve priorizar o seu lar e qualquer “trabalho” que ela faz não deve interferir no seu chamado primário de esposa e mãe. Assim, a mulher do fazendeiro que ajuda na colheita, a mulher do padeiro que trabalha ao seu lado, ou a mulher do contador que trabalha como sua recepcionista nos negócios da família, estão todas em uma categoria diferente da tão chamada “mulher de carreira” (o termo não é meu) que gasta sua vida como uma “ajudadora idônea” (Gênesis 2:18) para outro homem (ou para uma corporação), em vez de para o seu marido. Alistar Begg colocou isso bem:
Senhoras, a maternidade é um trabalho de tempo integral. Não brinque consigo mesma, achando que você pode ser uma recepcionista e uma mãe; que você pode ser uma datilógrafa e uma mãe; que você pode ser uma vice-presidente e uma mãe. Uma das duas coisas vencerá. Agora, olhe para a sua Bíblia e pergunte o que você deve fazer. (Alistair Begg, “Biblical Principles for Parenting.” Truth for lige podcast)
Deixe-me dizer que eu não sou tão “estúpido” a ponto de ignorar completamente o fato de que existem muitas mulheres (como minha mãe) que são abandonadas por homens pecadores, egoístas, imaturos e/ou irresponsáveis (tanto o pai de seus filhos ou o próprio pai delas), e que, assim, não têm qualquer escolha a não ser trabalhar e sustentar seus filhos. Tampouco eu culpo mulheres cujos maridos ficaram inválidos, por um motivo ou outro, por serem aquelas que sustentam a família. Estou falando da nossa aceitação cultural obstinada de uma visão que vê a mulher como um mero meio de produção. Estou falando da ideia exposta na cosmovisão Marxista, que vê a saída das mulheres de seus lares como um duplo feito: 1) Dobrar a produtividade do coletivo, e 2) colocar as crianças debaixo da autoridade do estado (via creches e escolas públicas), que, para o Marxista, é deus encarnado.

A ofensiva dos evangélicos conservadores tem sido na forma de referências à mulher de Provérbios 31. Essa mulher, de acordo com muitos, é o protótipo da moderna “garota de carreira”. Tomo a liberdade de discordar. Na verdade, eu argumentaria que não existe nenhuma evidência clara em Provérbios 31 de uma carreira de qualquer tipo. Além disso, eu me pergunto se essas pessoas que usam os versículos 16 e 18 para argumentar a favor da conveniência de uma mulher ter uma “carreira” usariam o restante dos versículos com a mesma seriedade.

Provérbios 31:10ss 
10 Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias. 11 O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho.12 Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.13 Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos.14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão. 15 É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas.16 Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho. 17 Cinge os lombos de força e fortalece os braços.18 Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite. 19 Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca. 20 Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. 21 No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate. 22 Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura. 23 Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra. 24 Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. 25 A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. 26 Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. 27 Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. 28 Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: 29 Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. 30 Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. 
A mulher de Provérbios 31 certamente era empreendedora. Ela também trazia renda para o lar e o fazia mais produtivo. No entanto, não há nada nesta passagem que sequer sugira uma carreira. Ela não batia ponto. Ela não tinha uma babá. Na verdade, o contexto cultural faz como que essa leitura seja implausível. O Israel do Antigo Testamento não era uma cultura na qual uma “garota de carreira” se desenvolvia. Mas e quanto às outras verdades nesta passagem que eram a norma para as mulheres do Israel do Antigo Testamento? Por que usamos essa passagem para incitar as mulheres a terem sua carreira fora de casa, mas não estimulamos as mulheres a:

Levantar de madrugada para cozinhar para a sua família (15)
Cultivar a própria comida (16) Fazer as próprias cobertas (22)
Fazer seu marido conhecido entre os anciãos da terra (23)
Fazer suas próprias roupas (e as de sua família) (24)
Fazer e vender peças de roupa (24)
Cuidar da sua casa (27)

Essas coisas estão claras no texto. Usar o argumento da “garota de carreira” é forçar o texto. Especialmente quando nós reconhecemos o princípio hermenêutico irrefutável de que a Escritura interpreta a Escritura. Assim, não podemos usar Provérbios 31 para negar Tito 2. O que quer que a mulher de Provérbios 31 nos ensine, ela não pode ensinar algo que contrarie o mandamento direto para as mulheres serem “donas de (ou cuidadosas da) casa”. (Tito 2:5, cf. 1 Timóteo 5:14).

Voddie Baucham 

Traduzido por Saulo Rodrigo do Amaral, em novembro de 2012.

domingo, 18 de novembro de 2012

As consequências do feminismo - Voddie Baucham

domingo, 11 de novembro de 2012

Casamento entre cristãos e não-cristãos - John Piper

domingo, 4 de novembro de 2012

Sobre a corte bíblica ("namoro bíblico") - Douglas Wilson

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Por que o casamento é importante? - John Piper

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O valor da família - Voddie Baucham

sábado, 6 de outubro de 2012

Inocente

Banda: Resgate
Música: Inocente
CD: Este Lado Para Cima

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Você é Nova Criatura!


Um homem em Cristo não é o velho homem purificado, nem o velho homem melhorado, nem o velho homem num melhor humor, nem o velho homem com adições e subtrações, nem o velho homem vestido em roupas vistosas. Não, ele é uma criatura totalmente nova. Quanto ao velho homem, o que deve ser feito com ele? Ele não pode se tornar sóbrio, reformado, e apto a nos fazer algo útil? Não, ele está crucificado com Cristo, e fadado a morrer uma morte lenta, mas certa. A pena capital é posta sobre ele, pois ele não pode ser reparado, portanto, deve ser encerrado. A mente carnal é inimiga de Deus: pois não está sujeita à Lei de Deus, nem mesmo pode estar.

Sermão de Charles Haddon Spurgeon entitulado "Cristo,o criador de todas as coisas novas" de 10 Dezembro, 1876.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Clear The Stage


Jimmy Needham - Clear The Stage

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Jesus, os Fariseus e o Livre-Arbítrio

Para muitos, hoje em dia, é intrigante que Jesus coloque tal valor nos direitos soberanos da liberdade eletiva de Deus, a ponto de falar da maneira como o faz àqueles que O rejeitam. Ele fala de maneira a impedi-los de vangloriarem-se, como se pudessem anular os propósitos últimos de Deus. 

Em João 10.25-26, por exemplo, Jesus respondeu aos céticos que exigiam mais e mais provas: “Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas”. Pense nisto por um momento. Pense acerca do que significa e no fato que Jesus proferiu tais palavras a pessoas incrédulas. 

Imagine-se como um fariseu ouvindo a mensagem de Jesus e dizendo a si mesmo: se Ele pensa que eu vou ser sugado para dentro desse movimento junto com coletores de impostos e pecadores, está louco. Eu tenho vontade própria e poder para determinar o meu próprio destino. Em seguida, imagine Jesus, sabendo o que se passa no seu coração e dizendo: “Você se vangloria em seu íntimo porque acha que tem o controle de sua própria vida”.  

Você pensa que pode frustrar os planos máximos de meu ministério. Você imagina que os grandes propósitos de Deus na salvação são dependentes de sua vontade vacilante. “Em verdade, em verdade eu lhe digo que a razão final pela qual você não crê é porque o Pai não o escolheu para estar entre as minhas ovelhas”. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “O orgulho final da incredulidade é destruído pela doutrina da eleição”.

Aqueles a quem Deus escolheu, Ele também os deu ao Filho; e aqueles a quem Ele deu ao Filho, o Filho também os chamou; e para aqueles que foram chamados, Ele deu sua vida; e para esses Ele deu alegria eterna na presença de sua glória. Este é o prazer do Pai.

The Pleasures of God (Os Prazeres de Deus; Portland, Multnomah, 1991), p. 37-139

Fonte: Revista Fé para Hoje, Editora Fiel.
Via: Monergismo

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A vida cristã não se reduz a mera profissão de lábios

E este é o lugar apropriado para dirigir-me aos que não têm Cristo além de um título exterior, e com isso já pretendem ser  tidos como cristãos.130  Afinal, com que despropósito se gloriam de seu sagrado nome quando, na realidade, nada há de intercâmbio com Cristo, a não ser com aqueles que da palavra do evangelho atingiram o reto conhecimento dele! Com efeito, o Apóstolo nega que aprenderam corretamente a Cristo todos aqueles que não foram ensinados que, despido o homem velho, que se corrompe segundo os desejos do erro, têm de vestir-se de Cristo [Ef 4.22-24].

Portanto, por mais eloquente e fluentemente falam acerca do evangelho, são acusados de falsamente, e até com agravo, arrogar-se o conhecimento de Cristo. Ora, esta não é uma doutrina de língua, mas de vida; não é apreendida apenas pelo intelecto e pela memória, como as restantes disciplinas, mas, afinal, é recebida então quando possui toda a alma e acha assento e guarida no afeto íntimo do coração. Logo, ou deixem de jactar-se afrontosamente contra Deus, daquilo que não são, ou se mostrem discípulos não indignos de Cristo, seu Mestre.

Temos dado o primeiro lugar à doutrina, na qual se contém nossa religião, uma vez que nossa salvação tem nela o ponto de partida. Mas, é necessário que ela nos seja penetrada no coração e nos seja traduzida no modo de viver, e nos transforme a tal condição que não nos seja infrutífera. Se com razão os filósofos se inflamam contra aqueles que, em professando uma arte que deva ser-lhes a mestra da vida, a convertem em loquacidade sofística, e os eliminam ignominiosamente de sua clã, com quanto mais razão teremos de detestar esses sofistas fúteis que se contentam em tagarelar o evangelho com os lábios. Evangelho cuja eficácia deveria penetrar nos mais profundos afetos do coração, arraigar-se na alma e afetar o homem por inteiro, cem vezes mais do que as frias exortações dos filósofos.


João Calvino. Institutas da Religião Cristã.

___________________________________________________________________________
130. Primeira edição: “E aqui é o lugar de trazer às falas aqueles que, nada tendo de Cristo senão o nome e a marca, querem, no entanto, ser chamados cristãos.”

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Confissão Belga - Marcas da Igreja Verdadeira e da Falsa

Art.29 - As marcas da verdadeira igreja, de seus membros e da falsa igreja.


Cremos que se deve discernir diligentemente e com muito cuidado, pela Palavra de Deus, qual é a verdadeira igreja, visto que todas as seitas, que atualmente existem no mundo, se chamam igreja, mas sem razão (1). Não falamos aqui dos hipócritas que, na igreja, se acham entre os sinceros fiéis; contudo, não pertencem à igreja, embora sejam membros dela (2). Mas queremos dizer que se deve distinguir o corpo e a comunhão da verdadeira igreja, de todas as seitas que se dizem igreja.

As marcas para conhecer a verdadeira igreja são estas: ela mantém a pura pregação do Evangelho (3), apura administração dos sacramentos (4) como Cristo os instituiu, e o exercício da disciplina eclesiástica para castigar os pecados (5). Em resumo: ela se orienta segundo a pura Palavra de Deus (6), rejeitando todo o contrário a esta Palavra (7) e reconhecendo Jesus Cristo como o único Cabeça (8).

Assim, com certeza, se pode conhecer a verdadeira igreja; e a ninguém convém separar-se dela. Aqueles que pertencem à igreja podem ser conhecidos pelas marcas dos cristãos, a saber: pela fé (9) e pelo fato de que eles, tendo aceitado Jesus Cristo como único Salvador, fogem do pecado e seguem a justiça (10), amando Deus e seu próximo (11), não se desviando para a direita nem para a esquerda e crucificando a carne, com as obras dela (12). Isto não quer dizer, porém, que eles não têm ainda grande fraqueza, mas, pelo Espírito, a combatem, em todos os dias de sua vida (13), e sempre recorrem ao sangue, à morte, ao sofrimento e à obediência do Senhor Jesus. NEle eles têm a remissão dos pecados, pela fé(14).

Quanto à falsa igreja, ela atribui mais poder e autoridade a si mesma e a seus regulamentos do que à Palavra de Deus e não quer submeter-se ao jugo de Cristo (15). Ela não administra os sacramentos como Cristo ordenou em sua Palavra, mas acrescenta ou elimina o que lhe convém. Ela se baseia mais nos homens que em Cristo. Ela persegue aqueles que vivem de maneira santa, conforme a Palavra de Deus, e que lhe repreendem os pecados, a avareza e a idolatria (16).

É fácil conhecer estas duas igrejas e distingui-las uma da outra.

1- Ap 2:9. 2- Rm 9:6. 3- Gl 1:8; 1Tm 3:15. 4- At 19:3-5; 1Co 11:20-29. 5- Mt 18:15-17; 1Co 5:4,5,13; 2Ts 3:6,14; Tt 3:10. 6- Jo 8:47; Jo 17:20; At 17:11; Ef 2:20; Cl 1:23; 1Tm 6:3. 7-1Ts 5:21; 1Tm 6:20; Ap 2:6. 8- Jo 10:14; Ef 5:23; C1 1:18. 9- Jo 1:12; 1Jo 4:2. 10- Rm 6:2; Fp 3:12. 11- 1Jo 4:19-21. 12- Gl 5:24. 13- Rm 7:15; G1 5:17. 14- Rm 7:24,25; 1Jo 1: 7-9. 15-At 4:17,18; 2Tm 4:3,4; 2Jo :9. 16- Jo 16:2.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Você Quer Deus?

  ©Orthodoxia 2006-2017

TOPO